Na segunda-feira cheguei cansadíssima em casa. Cabeça pesando e pensando demais e aquela vontade de fazer uma reviravolta meio brusca na vida. Não queria saber nem de TV e nem de PC. Até que perdi o sono e liguei a TV zapeando os canais em busca de um bom programa e me deparei com o documentário "Imagine", do John Lennon. Sempre fui fã da obra do cara principalmente em sua conturbada fase solo. E depois de me encantar com cada uma de suas frases ditas, fiquei sem palavras com as atitudes que eu pensei pra vida dali pra frente.
É engraçado a gente se deparar com pequenos momentos inspiradores do dia e fazer deles algumas pílulas de pensamento e novidade. Quando eu ouvia a prepotência de John Lennon em dizer o que ele queria e a determinação que ele teve em ser tão teimoso e topetudo eu fiquei pensando em como eu precisava de um pouco disso pra dar uma graça na vida. Enxerguei um pouco do Léo no John Lennon e pensei que o que eu precisava estava bem na minha frente: dar menos relevância para a opinião alheia.
Lembro bem da minha fase, em que entrando nos 20, não dava lá muito importância aos sentimentos dos outros, mas se importava muito com as opiniões alheias. Hoje, posso até citar que eu penso o contrário, com um respeito maior pelos sentimentos e consideração sem necessariamente virar um cabo de guerra com as pessoas, cedendo aos seus vazios interiores de me darem opiniões descabidas sobre uma vida que só eu vivo.
Então, quero ser coerente comigo mesma ao tomar decisões que implicam somente a minha felicidade. E sim, buscá-la cada dia mais, sabendo que com certeza, ela pode desabar a qualquer instante. Ou não.
Vez em quando eu juro que me pergunto... Onde eu vou chegar com toda essa diplomacia? Cadê a minha hora de xingar, mandar todo mundo ir se foder e tratar alguns com a mesma levianidade com a qual sou tratada as vezes? Juro que não entendo de onde sai toda a minha paciência. Não sei se da educação da mãe ou da "calma que isso passa" do pai.
Quase todos os dias, somos vítimas das piores arrogâncias que temos que lidar com muita humildade, paciência e jogo de cintura. Ah, se não fosse assim, já pensou em como pessoas que costumam sempre guardar tudo poderiam dilacerar alguém só com palavras?
Tomara que haja luz no fim desse túnel de imbecilidade.
Pra desabafar sobre as chatices do meu cotidiano; Pra sentar do meu lado e me encher o saco; Pra deitar na minha cama com o notebook no colo; Pra ver televisão na sala e eu deitada no quarto; Pra você me abraçar e falar "vai ficar tudo bem." Pra beijar minha testa e dizer "você vai conseguir."
Nesses poucos 23 anos, posso afirmar sobre as coisas que vi da vida sobre as mulheres, quem venceram foram as que mais lutaram, as que mais sofreram, as que mais foram protagonistas. Aquelas ousadas, que sempre nadaram contra a corrente, que sempre fizeram a diferença em sua existência foram as mais criticadas, porém, as que mais tiveram respeito com o passar dos anos.
E se respeitar, para ser respeitada, significa impor seus limites, se aceitar, ousar e ir à luta! Enteder que não se conquista nada atrás de um homem, mas sim à frente dele. Entender que uma mulher bonita, mas sem conteúdo encanta mas não conquista, entender que construir um patrimônio depende mais da sua força e determinação do que do dinheiro de qualquer homem.
A mulher que se valoriza, respeita o maior tesouro que ela tem: seu coração. Não se massacra em relações doentias, não permite que homem nenhum fira as suas convicções. Permite-se ser amada, respeitada e valorizada acima de qualquer tabu. Uma mulher segura é aquela que se respeita e que embasa seus atos sabendo das reais consequências deles.
Por isso, mulher, permita-se viver. E não somente existir. :D
Algumas mulheres que fizeram história para a sua inspiração:
Frida Kahlo
Edith Piaf
Margareth Thatcher
Parabéns, mulheres! :D
"Se você quer que algo seja dito, peça a um homem, se você quer que algo seja feito, peça a uma mulher."
Ando por aí, percebendo o quanto as pessoas tem medo (inclusive eu) de fazer coisas simples, de viver bons momentos, de sorrir para alguém no ônibus, de amar de novo depois do fim, de querer alguma coisa e achar que não é bom o suficiente.
A gente quer arriscar, a gente quer segurança e na verdade mesmo, a gente NUNCA sabe o que realmente quer. A segurança é rotineira e previsível e os riscos são malucos e impensados; a segurança me faz ter e o risco me faz conquistar. E nessas duas, as desvantagens, os medos e os devaneios.
Como, resumindo, a gente nunca sabe o que quer, por que temos tanto medo?
É dos outros dizerem algo?
É das pessoas te condenarem?
É de ser acusado injustamente?
Questões complicadas, mas deixa viver. Deixa sofrer, deixa machucar, deixa magoar, deixa destruir e principalmente: deixe-se renovar. ;)
sábado a noite; começo de dezembro; minha mudança já se foi pra Brasília. Ainda restou um colchão, pouquíssimas roupas, um livro e o inseparável notebook. restou também a nostalgia, os anos de faculdade, umas folhas velhas no chão; e tudo foi ficando pra trás. restou no sábado a noite, uma casa vazia, um colchão sem lençol e eu chorando no cantinho enquanto escrevo.
Quem já aprendeu a manha da vida, sabe que o segredo é não criar laços tão fortes com alguém. O lance mesmo é deixá-los frouxos, bem frouxos mesmo, assim, se a pessoa realmente te valoriza, gosta muito de você, ela aperta o laço.
Quem se envolve menos, se doa menos e se entrega menos, respeitando seus próprios interesses tem uma maior possibilidade de se dar melhor na vida. Oras, claro!
De não enxergar tantos defeitos em alguém, de não tentar corrigí-los de não dar tantas chances à quem se ama. E isso é bom, quem disse que é ruim? Ser cheio de "amigos" pra sair, passear, curtir, dançar, nadar na piscina e todas as melhores coisas que existem na vida.
Teve gente que descobriu a maestria de deixar os laços frouxos desde cedo. E essas pessoas deixam as pessoas que gostam de apertar os laços, que se importam, que se entregam, primeiro com uma sensação de euforia. São pessoas ótimas, agradáveis, daquelas que a gente adora estar perto.
Mas é só precisar delas que desaparecem.
E me desculpem, eu não aprendi a manha da vida. Prefiro apertar laços, sofrer, amar, me doar e não acho ruim não. Funciona como uma verdadeira peneira. E do meu lado só tem gente forte e mais: que adora apertar laços.
E eu prefiro ser alguém "que não se dá bem na vida" e deixar meu coração bater mais forte e com o sentimento de dever cumprido, de "fiz a minha parte". Contra essas coisas não há lei.
Na minha atual fase, gente de laço frouxo tá ficando pra trás. É melhor assim.
"Uma palavra perdida já quase esquecida me fez despertar. Juntando sete letrinhas e todas juntinhas se lê cativar. Cativar é amar e também carregar um pouquinho da dor que alguém tem pra levar. Cativou disse alguém laços fortes criou, responsável tu és pelo que cativou. No deserto tão só entre homens também, vou tentar cativar viver perto de alguém. Cativou disse alguém laços fortes criou, responsável tu és pelo que cativou."
Adoro acordar com frases na minha cabeça. Essa foi a de hoje.
Assim que comecei o dia não consegui identificar o porquê de ter acordado com ela, mas quando fui andando para o ponto de ônibus percebi seu sentido. A maioria dos meus grandes amigos já se formou, muitas amigas e amigos já se casaram, muitos tantos tem seus carros e uma parte considerável deles já viajou para o exterior. Quando lembro que nesse conjunto estão alguns sonhos dos quais quero realizar, eu penso: felicidade é saber esperar sua vez (sem desistir de lutar).
Vez em quando eu passo por algumas frustrações diárias de não ter conseguido realizar muitas coisas na vida, inclusive viajar para o exterior (que sempre foi um sonho), mas não deixo isso me abater, me deprimir pois sempre penso em alguém que muitas vezes não teriam nem um terço das oportunidades que eu tenho.
Me pego em silêncio às vezes com o tanto de gente que reclama que a vida é drástica, dura, impossível, cheia de espinhos. Quando penso que o fato de eu ter conseguido até estar onde eu estou e realizando alguns sonhos que tinha (de morar sozinha, de cursar uma universidade pública) juro que volto à realidade e vou em frente (apesar dos malfadados espinhos).
Uma música do Raul, Ouro de Tolo, remete a imensa insatisfação do ser humano. A constante sensação de incompletude, de inconstância. Sendo assim, nos tornamos seres frustrados, esperando ver na felicidade apenas as alegrias, maravilhas e diversão. Tá aí, muita gente acha que a felicidade está na diversão.
Felicidade, como muitos outros conceitos na vida é particular.
Adoro sair, adoro dançar, adoro viajar. Mas não é só a diversão que me torna uma pessoa plena (pode tornar outras pessoas, acredito, mas eu não). A plenitude ao meu ver é sempre ter alguém pra contar, seja um amigo, um namorado ou minha amada família. Por isso não dou muito valor aos "amigos" que tanto se dizem "amigos" e quando você mais precisa, eles desaparecem magicamente.
Prefiro acreditar e acreditar mais ainda, que vai chegar a minha vez. E tenho consciência de que quando ela chegar, muito provavelmente, eu vou estar buscando outra coisa. Afinal, nunca estamos satisfeitos.
Se o seu sonho for comprar um carro e ele estragar ou for roubado: frustração. Se o seu sonho era casar e o casamento deu errado: frustração Se o seu sonho era viajar para o exterior e você passou um mega perrengue: frustração.
Pra que essa exaltação de que a felicidade consiste sempre com que as coisas fatalmente deem certo?
Uma vez eu li em um livro que durante toda a vida, são as lembranças que nos mantem vivos. Entendo essa afirmação e digo mais: são as lembranças que constroem quem nós somos. Por isso tem também aquela frase que "no passado tudo era melhor". No passado o namoradinho do colegial era a mais legal, a música que eu ouvia era mais legal, eu tinha menos responsabilidades e eu ficava menos louca com as agruras do cotidiano.
As lembranças, as memórias e o passado são incrivelmente melhores pois temos a capacidade de apagar dos tempos bons da vida, os pequenos problemas, temos a capacidade de apagar as picuinhas do dia a dia (isso é memória seletiva?) sobrando apenas os motivos pra sorrir, pra lembrar e pra dizer: "bons tempos".
O que a gente pode nunca fazer (mas acaba fazendo) é ficar sempre comparando o passado ao presente e fazer essa arriscada combinação de passado/presente com os nossos relacionamentos. A saída para isso é bem desastrosa, pois afinal, os fatos do cotidiano foram apagados do passado, lembra?
Então, o que mais ando querendo na vida é ter olhos no futuro e viver o presente com suas agruras e delícias.
Hoje eu vi uma série de vídeos do TedTalks e eles sempre são vídeos engrandecedores com alguma lição pra vida. Hoje, vendo essa do Ken Robinson, juro que repensei sobre toda a minha vida escolar e sobre todas as escolhas que tive que fazer na vida. Sempre tive um lado artístico muitíssimo aguçado, uma percepção acima do normal, uma leitura muito avançada e uma escrita muito acima de todos os alunos da minha turma na época da alfabetização.
Na segunda série, os professores queriam me pular para a quarta por causa da leitura e da escrita que ultrapassava a dos meus colegas. A professora dizia que tinha uma mentalidade de quinta série, e na época, cheguei a fazer prova para entrar na quinta série e consegui. Mas por motivos alheios, decidi não ingressar na quinta série, apesar dos meus pais me colocarem meio que "na parede" por uma semana.
Os entendo perfeitamente. Eles estavam preocupados com o meu bem estar e formação. Mas foram se passando os anos e finalmente eu entrei na quinta série e começaram as malditas aulas de matemática. SEMPRE odiei matemática. SEMPRE odiei números. Números multiplicações, economia, estatísticas e mais o caralho que me remetesse a essas combinações absurdas.
Sempre preferi viajar nas aulas de artes, nas aulas de literatura, nas escolas literárias, na lógica da gramática, nas letrinhas abraçadinhas que a gente aprende no alfabeto. E quando fatalmente a gente começa a pensar em faculdade, os professores da gente vão se tornando os verdadeiros inspiradores. Sempre me inspirei nas professoras de português. Em especial, ainda, tiveram a Cléa, a Camilla e a Tereza que me fizeram enxergar o português, a literatura e a gramática como algo visceral, intenso e verdadeiramente artístico e mágico.
Logo veio na mente: LETRAS. "ser professora? ficar sem comer?" "lidar com moleques indisciplinados?" "lidar com pais reclamões?" "diretores tiranos?" "ganhar pouco?" - e claro, essas coisas ficam na nossa cabeça em momentos de indecisão. Quando não há a certeza da paixão, qualquer coisa vai te desmoronando.
Depois pensei, que tal JORNALISMO? - "ninguém vai te ouvir" "nossa, é bem sua praia... " "comunicativa, falante, se expressa bem, escreve bem, vai lá." "ih, jornalismo não dá dinheiro", "ah, você quer aparecer na tv." (etc...)
Beleza! Jornalismo. Já tinha até me decidido, quando comecei a fazer os vestibulares da UNB. Quando aquelas questões de álgebra saltavam na minha frente, dava vontade de tacar fogo na prova. EU QUERO JORNALISMO, PORRA. Cadê as outras questões? Creio que a limitação de potencial já começava no primeiro dia, na prova de humanas mesmo, com o medo da prova de exatas que viria no outro dia.
Sempre fui contra as absurdas provas de exatas da UNB e sempre acreditei que aquilo não media potencial criativo que ninguém e (muito menos intelectual). E quando eu ia ficando para trás e os amigos iam passando me sentia meio falível, impotente, burra, fraca mesmo. E ainda tinham aquelas cobranças para todos os lados. Cobranças de pais, professores, parentes e o caralho. (hoje em dia eu vejo que aquelas cobranças não eram NADA perto das atuais, mas enfim.)
E com esse sentimento de derrota depois de fazer 5 vestibulares pra UNB, decidi tentar mudar de ares e procurar provas que avaliavam competências específicas, como a UFG, que na segunda fase, cobrava mais humanas. PASSEI! E nessas a gente se acha até inteligente. Entrei pra Relações Públicas, conhecendo bem pouco sobre o que era, mas muito entusiasmada.
No decorrer das classes, aquela mesma cara do ensino médio. "PEGA A XEROX, LEIA E RESENHE, BEIJOS :*" E os alunos reclamando (inclusive eu) e professores praguejando que se somos incompetentes na faculdade, seremos incompetentes no mercado de trabalho. E toma cobrança.
"Não falta senão é bomba", "Semana que vem tem prova", "Copiou o quadro? Vou apagar." E mais uma vez, aquele discurso de educação tradicional, que pouco incitou o debate e a reflexão. Na verdade, uma das coisas que mais aprendi em RP é IMAGEM. "Cuide da sua imagem" "Olha a competência" "Olha a roupa que você veste" "Olha o que você anda falando", "Isso não é RP", "Isso é de jornal", "Isso é publicidade", "Para com isso. Isso tá errado."
São problemas de RP? Não. São resquícios de uma educação tradicional que não forma pensadores, mas robôs industriais, infalíveis, apáticos e que sempre precisam estar felizes, pois "relacionamento interpessoal é muito importante". Todos fingidinhos, arrumadinhos, engomadinhos e abaixando as cabeças para seus gestores. Ah, e sorrindo sempre, claro, como já mencionei.
Hoje, eu critico artistas que não querem saber de grana, critico as ideias de amigos, critico ideias dos outros e me tornei uma pessoa apática. Que todo santo dia abaixa a cabeça pro gestor. Que todo dia, tenta pensar em algo de bom pra fazer, mas devido aos imensos bloqueios, cortes, críticas e a incrível falta de coragem para errar, me tornei uma pessoa apática, sem personalidade.
Antes, eu, que adorava escrever, não tenho mais tanto ânimo, depois de tanto ouvir que meus textos eram uma bosta. E descobrir que mesmo que não tivessem sendo escritos para eles, eram considerados meras "bostas". Logo, me tornei, apática, sem personalidade, burra, de textos ruins, incompetente, irresponsável, nada criativa e sem graça.
E ainda tenho que escutar que isso é coisa da minha cabeça, que tenho que ser forte, trabalhar sob pressão e ainda assim, fazer tudo bonitinho e robotizado. Então, FODA-SE, quem acha que os problemas que a gente tem são coisas da nossa cabeça. Poderia ter simplesmente alguém que ouvisse e quisesse, de fato, ajudar a descobrir o potencial de alguém, em vez de julgá-lo.
Estou cansada. Em época de TCC descobri que meus textos, além de serem belas bostas, não servem pra porra nenhuma. Afinal, o TCC não tem quase NADA de conclusões suas, afinal, depois de 4 anos você é uma bela merda de um acadêmico inconsistente, inexperiente e magoado com as críticas de todos os professores, chefes de empresas, colegas e muitos outros.
Quando me diziam que a mente de uma criança é a mais criativa e perfeita eu não conseguia entender. É porque de fato, não se passou por essa selva chamada carinhosamente de vida.
ele chega de mansinho. rouba o controle da TV, senta no meu computador, me dá um beijo bem gostoso, tira o tênis olhando pra mim, joga as meias na minha cara, joga a camiseta e a calça para cada lado, muda freneticamente os canais em busca de um bom futebol, pede água porque não gosta de sair do quarto sem camisa, bagunça todo o lençol da cama.
me dá um carinho que nunca tive, me oferece seu peito com afeto, beija minha testa com respeito e assistimos TV em paz. eu durmo, ele vira pro lado e dorme também. e eu acho que no mundo ainda não inventaram sensações melhores do que a de estar.
Nunca gostei de mulher santinha #fato. Na minha opinião, mulher santa ou é freira, crente, beata (nada contra, cada um com suas crenças) ou é dos piores tipos de safada (daquelas que se "fingem" de santas). Não me espanta que sejam daquelas que dizem nunca fazer nada e os caras saem comentando depois.
Então, eu parto do princípio: se é alguma coisa, se assuma. Gente superficial só atrai gente superficial e quem realmente tem conteúdo não tem vergonha nenhuma de ser (e de mostrar) o que é. É aí que a querida Sandy entra. Não gosto de sua música, não gosto dessa pose de virginiana que ela tem, mesmo sendo uma aquariana (lá vem eu com os signos...)
Mas apesar de não gostar dela como artista e nem da postura que ela assumiu durante todos esse anos de moça puritana, admiro que ela sempre teve o diferencial de assumir quem ela sempre foi, mesmo que sendo contrária aos hábitos da maioria das "mocinhas" brasileiras.
Agora ela tá casada, tem quase seus 30 anos, não deve nada pra ninguém, qual o problema da mulher dar o cu, Brasil?
Nada no mundo paga esse olhar teu. Nem mastercard; Engraçado perceber que meus braços cabem direitinho nos seus E nossas pernas se encaixam perfeitamente em sintonia;
Muita gente aqui me lê mas não me conhece de verdade. Saibam que é um grande prazer que vocês passem por aqui e comentem, participem ou interajam com meu querido blog. Desde 2007 eu tô aqui dentro desse domínio e garanto que se passou muita coisa boa na vida que nem dá tempo também de ficar contando por aqui né? Uma coisa bem legal que aconteceu foi as Redes Sociais e a capacidade de divulgar melhor o Blog para todo mundo.
Mas quem realmente me conhece, sabe que eu sou ligada em 440v. E sabe também que eu tenho mais uns 3 blogs, que apesar de não estarem constantemente atualizados, fazem parte desse dejeto criativo que é essa cabeça que não para. Então, acabei de fazer um MEGA auê para anunciar que o meu querido blogginho vai passar por um monte de reforminhas.
Novas colunas, mais interatividade, mais novidade, um pouco da minha vida pra isso aqui ficar mais atualizado e para que eu possa usar menos domínios para unificar tudo o que eu gosto aqui. Pode ficar bem confuso já que eu me interesso por uma pancada de assuntos, mas tomara que continue com o propósito inicial de mostrar quem eu sou e para que vim.
Beijos a vocês.
E sigam no Twitter: @daanihh
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Chega em casa. Lava louça, passa roupa, põe água no fogo pro café, liga na novela, toma um banho e espera que ele chegue. Se banha, se perfuma, veste uma camisolinha linda e espera. (a vida é feira de esperas, não é?) Logo são 22 horas e ela lembra da água que se evaporou inteira (como ela, que estava evaporando de sono, mas decidiu esperá-lo). Viu o Jô, Intercine e nada. Decidiu então dormir, afinal, seu dia recomeçaria. Se encolheu na cama e pensou sobre a vida, mas logo logo adormeceu. (...)
(Como cada história tem o final que quem a escreve quer, a menina anônima pode ser assassinada, pode acordar com um buquê de flores ao seu lado, pode descobrir uma traição ou pode simplesmente ficar viúva;)
sexta-feira, julho 02, 2010
Chegar em casa, tirar os sapatos, ligar a TV, o computador, desligar a luz, desarrumar a cama, deitar meio de lado, deixar o MSN ligado; tomar um banho, acender um incenso, escovar os dentes e beber um pouco de água; É hora de dormir, é hora de desacordar, é hora pra se esconder, há sempre a hora de sonhar.
"ando tão a flor da pele, qualquer beijo de novela me faz chorar..."
sexta-feira, junho 04, 2010
Postagem 300! E eu choro muito agora ouvindo Bob Marley;
E eu choro por estar com muita saudade da minha família, por me sentir incompleta, por querer alguém comigo, por querer um amigo com dedicação integral, por querer muito e poder pouquíssimo.
quarta-feira, janeiro 06, 2010
E meu blog fez três aninhos dia 29 de dezembro, como pude esquecer? E eu 21 no dia 11 :)
Felicidades para nós e muitos anos de postagens e de vida!