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sexta-feira, novembro 26, 2010

Tropa de elite 3: a realidade

Novamente, depois de abrir um espaço no meu blog para ouvir conhecidos meus sobre o que pensam a respeito das drogas e do crime organizado, recebi mais um texto da Bruna Franco, minha colega de classe sobre o tema. Ela se mostra bem contrária ao uso de drogas e seu texto, a seguir, expressa sua opinião:
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O que vou falar aqui é a minha opinião. Uns vão concordar, outros não e outros ainda podem se revoltar. Mas o fato é que, se você usa qualquer tipo de droga ilícita, você está contribuindo para tudo aquilo que está acontecendo no Rio de Janeiro.

Se alguém vende algo que ninguém compra, o negócio vai pra frente? Não. Então o cara lá da Boca de Fumo só ganha dinheiro porque existem pessoas que vão atrás. Portanto, não interessa se você usa uma vez por mês, se você só fuma maconha, alguém vai receber esse dinheiro e eu tenho certeza de que não é o governo.

Ainda não tenho opinião formada sobre a legalização da maconha, mas acredito que o Brasil ainda não tem estrutura para tal mudança. E caso fosse legalizada, ok! Ninguém mais contribuiria com o tráfico e eu mudaria minha opinião e me calaria para sempre.

A pessoa paga um tanto lá na droga, mas foi só uma vez então não tem problema, foi pouca coisa. E o vizinho dessa pessoa pensa assim também. O professor, a prima, o namorado, o empresário rico, o jogador de futebol, a modelo etc...

Vou usar outro exemplo para diminuir o fator polêmico. É como jogar lixo no chão: eu jogo um papel uma vez, aí depois eu jogo só um chiclete, eu vejo o cara do carro ao lado jogar a latinha de refri pela janela, e por aí vai. E esse lixo todo vai parar onde? Numa boca de lobo, que vai entupir e quando vem a chuva causa estragos que ninguém entende porque aquilo aconteceu.

É o que acontece na compra de um baseadinho: junta com todos os outros que tiveram a mesma atitude, o dinheiro (lixo) vai para as mãos do traficante e quando algo dá errado, como o BOPE (e Marinha e Exército e todas as outras policias também) subindo o morro, alguém vem falar que não entende o porquê de tanta imundice né?!

Não acho que seja certo colocar a vida de milhares de pessoas inocentes em risco, como está acontecendo nessa guerra civil, mas infelizmente, é o preço que todos estão pagando. Se deixassem para tomar esta atitude anos mais tarde, pior ficaria o crime organizado e mais difícil seria combatê-lo.

Bruna Franco, @brufrancorp estudante de Relações Públicas da UFG

sábado, setembro 12, 2009

"A pessoa se separa, diz que ainda serão amigos, os dois se encontram uma semana depois para sua bebida "amistosa", embriagam-se, dizem como é estranho não serem capazes de se tocar, ainda que apenas de maneira afetuosa, beijam-se, param e dizem: "Não, não devemos", beijam-se novamente, param e dizem: Isto é ridículo", beijam-se mais uma vez e dizem: "Talvez apenas desta vez. É apenas porque sinto muito a sua falta" Você pega o ônibus de volta para a casa dele, os dois praticamente fazem sexo no jardim de alguém quando saem do ônibus, você entra na casa dele, tudo é tão familiar e você chora porque não pertence mais àquele lugar. Os dois fazem sexo, você torna a chorar, vai dormir, tem sonhos terríveis,nos quais num minuto estão juntos, no outro separam-se novamente, e acorda no dia seguinte desejando estar morta."
Maryan Keyes

domingo, maio 24, 2009

VERÍSSIMO: Mudanças

E tudo mudou...
O rouge virou blush
O pó-de-arroz virou pó-compacto
O brilho virou gloss
O rímel virou máscara incolor
A Lycra virou stretch
Anabela virou plataforma
O corpete virou porta-seios
Que virou sutiã
Que virou lib
Que virou silicone
A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento
A escova virou chapinha
"Problemas de moça" viraram TPM
Confete virou MMA
Crise de nervos virou estresse
A chita virou viscose.
A purpurina virou gliter
A brilhantina virou mousse
Os halteres viraram bomba
A ergométrica virou spinning
A tanga virou fio dental
E o fio dental virou anti-séptico bucal
Ninguém mais vê...
Ping-Pong virou Babaloo
O a-la-carte virou self-service
A tristeza, depressão
O espaguete virou Miojo pronto
A paquera virou pegação
A gafieira virou dança de salão
O que era praça virou shopping
A areia virou ringue
A caneta virou teclado
O long play virou CD
A fita de vídeo é DVD
O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O álbum de fotos agora é mostrado por email
O namoro agora é virtual
A cantada virou torpedo
E do "não" não se tem medo
O break virou street
O samba, pagode
O carnaval de rua virou Sapucaí
O folclore brasileiro, halloween
O piano agora é teclado, também
O forró de sanfona ficou eletrônico
Fortificante não é mais Biotônico
Bicicleta virou Bis
Polícia e ladrão virou counter strike
Folhetins são novelas de TV
Fauna e flora a desaparecer
Lobato virou Paulo Coelho
Caetano virou um chato
Chico sumiu da FM e TV
Baby se converteu
RPM desapareceu
Elis ressuscitou em Maria Rita ?
Gal virou fênix
Raul e Renato,
Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos
Agora só tocam lira...
A AIDS virou gripe
A bala antes encontrada agora é perdida
A violência está coisa maldita!
A maconha é calmante
O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz......
De tudo.
Inclusive de notar essas diferenças...
(Luis Fernando Veríssimo)



Adorei o texto!

segunda-feira, dezembro 01, 2008

"Tem um congestionamento aqui dentro de mim. São muitas pessoas querendo falar, se exibir, se expressar. Achei que estava entrando num período de calmaria, a maturidade afinal, e de repente esse furacão. As incompatibilidades de conceitos, o sobe-desce emocional, é um mulherio afoito que parece não caber no meu corpo pequeno. Será que a estatura de uma pessoa é proporcional à dose de contradições que lhe são permitidas em vida?"


"Não sou certinha, não sou calma, não penso uma coisa só, o sangue me corre quente, sou da briga e quero brincar, dou risada alto, falo baixo, tenho explosões de alegria e fico muito, muito triste. Mas não me faço de coitadinha e não choro à toa ou por falta de coragem. As lágrimas pra mim foram um aprendizado, e se hoje elas me vêm é sempre em momentos em que tudo está de tal forma genuínoi que não há como não se comover. " Não se morre de intensidade, morre-se ao contário, pelo embrutecimento. Deve ser por isso que a medida das coisas certas vezes me escapa."

Maitê Proença em Uma vida inventada

quarta-feira, julho 02, 2008

Descrevendo sem insapiência? Saudade é presença da ausência.

Todo carnaval tem seu fim. E os fins deixam saudades! Se os fins então justificam os meios, me arrume um meio de não sentir mais saudades? Um meio de não sentir saudade? Vc ter a certeza de que a outra pessoa sempre vai estar por perto quando você precisar mesmo que não fisicamente... Oh, quanta utopia! E pra quem quer mais do que lembrar? Precisamos de calor e corpos... Corpos quentes, claro! Pois os gélidos deixam saudades. Saudades que cheiram flores, aliás. Corpos gélidos não deixam saudades eles deixam indiferença. Já os corpos quentes de tão bons que são, esses sim deixam saudades. . . Deixam saudades, que cheiram suor. Não flores!

http://www.insapiencia.blogspot.com - Fábrica de Pensamentos com Insapiência
Daanihh com Kaell

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Talvez

Talvez eu venha a envelhecer rápido demais.
Mas lutarei para que cada dia tenha valido a pena.
Talvez eu sofra inúmeras desilusões…
Mas farei que elas percam a importância diante dos gestos de amor que encontrei.
Talvez eu não tenha forças para realizar todos os meus ideais.
Mas jamais irei me considerar um derrotado.
Talvez em algum instante eu sofra uma terrível queda.
Mas não ficarei por muito tempo olhando para o chão…
Talvez um dia o sol deixe de brilhar.
Então, irei me banhar na chuva.
Talvez um dia eu sofra alguma injustiça.
Mas jamais irei assumir o papel de vítima.
Talvez eu tenha que enfrentar alguns inimigos.
Mas terei humildade para aceitar as mãos que se estenderão em minha direção.
Talvez eu seja enganado inúmeras vezes.
Mas não deixarei de acreditar que em algum lugar alguém merece a minha confiança.
Talvez com o tempo eu perceba que cometi grandes erros.
Mas não desistirei de continuar trilhando meu caminho.
Talvez com o decorrer dos anos eu perca grandes amizades.
Mas irei aprender que aqueles que realmente são meus verdadeiros amigos nunca estarão perdidos.
Talvez eu fique triste ao concluir que não consigo seguir o ritmo da música.
Mas então, farei que a música siga o compasso dos meus passos.
Talvez eu não consiga mais enxergar um arco-íris.
Mas aprenderei a desenhar um, nem que seja dentro do meu coração.
Talvez hoje eu me sinta fraco.
Mas amanhã irei recomeçar, nem que seja de uma maneira diferente.
Talvez eu não aprenda todas as lições necessárias.
Mas terei a consciência que os verdadeiros ensinamentos já estão gravados em minha alma.
Talvez eu não tenha motivos para grandes comemorações.
Mas não deixarei de me alegrar com as pequenas conquistas.
Talvez eu não seja exatamente quem gostaria de ser.
Mas passarei a admirar quem sou.Porque no final saberei que, mesmo com incontáveis dúvidas, eu sou capaz de construir uma vida melhor.
E, se ainda não me convenci disso, é porque como diz aquele ditado:“Ainda não chegou o fim”Porque no final, não haverá nenhum “talvez”, mas a certeza de que a minha vida valeu a pena e eu fiz o melhor que podia.
(Autoria desconhecida)

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Menina meiga, menina mulher... E de repente se vê doce e meiga como uma flor, mas depois de algum tempo se revela ainda assim mais com uma alegria mais intensa. Sabe complicar coisas como ninguém, e por isso fica em evidência seu lado romântica, assim meio estabanada, meio melancólica às vezes, sempre feliz e pulsante.Com um coração estonteante sabe como conquistar, conquistar amigos, conquistar vitórias, amores, derrotas [[quem não as conquista]], e ahh, VITÓRIAS. Tem uma certa melancolia de Cecília, a boêmia de Vinícius e a confusão de Clarice.Além de tudo amiga, pode contar c ela a todo q qualquer momento, sabe o que falar e quando não sabe seu “colo” pode ser o melhor de todos os remédios. Cultura pura, romantismo puro com um certo toque de realismo.

Por: Carolina;

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Armações de Annê.

Não sei como vai ser daqui pra frente
quais caminhos tomaremos nós então?
só há uma coisa que não quero diferente...o amor que une minh'alma ao teu coração.
nem tudo nessa vida faz sentido
nem sempre a linha é lida como é
o que vale é que sempre o tenho como amigo
basta isso...um pouco de sorte...e fé.

Sim, amo-la. ;)

Armações de Carol.

Daniele é menina doce
menina meiga
amiga e companheira
sabe amar como ninguem
é um anjo que veio pra cuidar dos amigos
é poetisa, escritora , intelectual
Está sempre a sorrir, a cantar
a nos divertir
é por isso minha cara
que te amo de todo o coração
não sei fazer raps
minhas poesias são um tanto sem rimas
mas todas saem da minha alma
pra te mostra a dimensão dessa amizade ;]=D



Sim, eu a amo.
Ah, e ela escreve pra caramba!



http://www.meninadaepidermetrigueira.blogspot.com/

quarta-feira, julho 18, 2007

Vamos nos permitir

"Eu vejo a vida melhor no futuro
Eu vejo isto por cima do muro de hipocrisia
Que insiste em nos rodear
Eu vejo a vida mais clara e farta
Repleta de toda satisfação
Que se tem direito
Do firmamento ao chão
Eu quero crer no amor numa boa
Que isto valha pra qualquer pessoa
Que realizar
A força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidadePra dizer mais sim do que não
Hoje o tempo voa, amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
Que não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo o que há pra viver
Vamos nos permitir..."

terça-feira, julho 10, 2007

Analise

"Frase na lousa: 'Meninos de rua morrem em chacina no Rio de Janeiro'. A professora analisa com seus alunos: quem morre na chacina no Rio de Janeiro? Meninos de rua! (respondem, enfaticamente, os alunos). Meninos de rua é o sujeito, qual o núcleo do sujeito? Meninos! Exato, não pode ser rua porque já aprendemos que o núcleo do sujeito não pode vir preposicionado. Se meninos é um substantivo e núcleo do sujeito, qual a função sintática de 'de rua'? É um adjunto adnominal. E qual o tipo de predicado da frase analisada?"É... assim são(quando dadas) as aulas no Brasil. Aulas para formar(se muito) técnicos e nunca cidadãos. Aulas em que a frase " meninos de rua morrem em chacina no Rio de Janeiro" serve apenas para análise morfo-sintática, mas nunca para uma análise social. Porque não há tempo para os questionamentos, não há tempo sequer para pensar o que se vem ensinando nas escolas brasileiras.Análises morfo-sintáticas de frases não promove a punição justa e verdadeira de políticos corruptos. Saber que o ribossomo dos eucariontes mede 80S e o dos procariontes 70S não faz com que a desigualdade social diminua. Decorar que o cátion Na é mais estável que o sódio metálico não faz com que o IDH do Brasil seja menos vergonhoso. Formar(quando muito) técnicos, mas não cidadãos é o que faz do Brasil um país de apáticos, sem consciência política, país de corruptos, de miseráveis e, sobretudo, país de grandes desigualdades sociais.Não estou levantando a bandeira do " Não ao ensino técnico"; ao contrário, acho que as técnicas precisam ser ensinadas e bem ensinadas, mas somado a esse ensino é preciso despertar no aluno o hábito de questionar, de romper o cerco da informação professor-livro base, é preciso fazer com que o aluno tenha consciência de direitos e deveres. Aplicar as técnicas à realidade. Fazer nascer o sentimento do social, para que ele entenda que é peça de uma sociedade e assim possa lutar por justiça, igualdade e respeito. E que, acima de tudo, o aluno não veja a construção de uma sociedade melhor como um pensamento utópico, mas como algo que pode ser real, tocável, verdadeiro.Não adianta formar técnicos sem consciência social; o Estado(teoricamente) deveria oferecer ensino de qualidade para todos, para que esse conhecimento fosse aplicado para melhorias na sociedade e não para ficar acessível a um "seleto" grupo como a realidade tem mostrado. É preciso formar pensadores(no sentido puro da palavra). Acho que aprendi na quarta série fundamental, que o homem difere dos outros animais pela capacidade de pensar. Você já percebeu como algumas coisas técnicas vão sendo esquecidas ao longo do tempo quando não há aplicabilidade prática para elas?P.S.: Qual a função sintática de "você" na frase acima?P.S.: A propósito, qual a função de "você" na sociedade?É preciso pensar...

Por Érica

sábado, maio 19, 2007

A mulher perfeita

Depois de um bom tempo dizendo que eu era a mulher da vida dele, um belo dia eu recebo um e-mail dizendo: "olha, não dá mais".

Tá certo que a gente não vinha se entendendo mais tão bem, mas não se termina nenhuma história de amor (e eu ainda o amava muito)
com um e-mail, não é mesmo?

Liguei pra tentar conversar e terminar tudo
decentemente e ele respondeu: "mas agora eu to tomando uma cerveja com amigos".
Enfim, fiquei pra morrer algumas semanas até que decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele.
Quem sabe eu ficando mais bonita, mais equilibrada ou mais inteligente, ele não volta pra mim? Foi assim que me matriculei simultaneamente numa academia de
ginástica, num centro budista e em um curso de cinema. Nos meses que se seguiram eu me tornei dos seres mais malhados, calmos, espiritualizados e cinéfilos do
planeta. E sabe o que aconteceu? Nada, absolutamente nada, ele continuou não lembrando que eu existia.

Aí achei que isso não podia ficar assim, de jeito
nenhum, eu precisava ser ainda melhor pra ele, sim, ele tinha que voltar pra mim de qualquer jeito. Decidi ser uma mulher mais feliz, afinal, quando você é feliz com você mesma, você não põe toda a sua felicidade no outro e tudo fica mais leve. Pra isso, larguei de vez
a propaganda, que eu não suportava mais, e resolvi me empenhar na carreira de escritora, participei de vários livros, terminei meu próprio livro, ganhei novas colunas em revistas, quintupliquei o número de leitores do meu site e nada aconteceu. Mas eu sou taurina com ascendente em áries, lua em gêmeos e filha
única! Eu não desisto fácil assim de um amor, e então resolvi que eu tinha que ser uma super ultra mulher para ele, só assim ele voltaria pra mim.

Foi então que passei 35 dias na Europa, exclusivamente em minha companhia, conhecendo lugares geniais, controlando meu pânico em estar sozinha e longe de casa, me tornando mais culta e vivida. Voltei de viagem e tchân, tchân, tchân, tchân: nem sinal de
vida.

Comecei um documentário com um grande amigo, aprendi a fazer strip, cortei meu cabelo 145 vezes, aumentei a terapia, li mais uns 30 livros, ajudei os pobres, rezei pra Santo Antonio umas 1.000 vezes, torrei no sol, fiz milhares de cursos de roteiro, astrologia e história, aprendi a nadar, me apaixonei por praia, comprei todas as roupas mais lindas de Paris.

Como última cartada para ser a melhor mulher do planeta, eu resolvi ir morar sozinha. Aluguei um apartamento charmoso, decorei tudo brilhantemente, chamei amigos para a inauguração, servi bom vinho e
comidinhas feitas, claro, por mim, que também
finalmente aprendi a cozinhar.

Resultado disso tudo: silêncio absoluto.

O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele.

Até que algo sensacional aconteceu. Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão
mulher, que eu acabei me tornando mulher demais para ele.

Ele, quem mesmo?
(Martha Medeiros)

Ainda tentando virar a mulher perfeita.
Até quando para ele?
Até começar a pensar mais em mim...
Ou até ele começar a pensar mais em mim.