FIND UR WAY.
Não importa se o seu caminho é longe do meu
Dou um jeito de te achar
Inexiste um desejo maior do que o seu
De me amar
Então deixa de empecilho pra me querer
Sabes tu que estaremos juntos
Aqui, amanhã e até o sol nascer
Não esqueças, que tua memória clareie.
Sabes tu que te quero
E quero mesmo é beijar-te
Eternamente, aqui, além e agora
Então por que não vens?
Te espero. Tens alguém?
Te espero, já disse.
Até meus noventa anos se preciso.
Senão, continuo com você no pensamento
Precisando, querendo, deleitando-me.
E amando-te em segredo assim guardado
Deixa-me querer com a pureza do meu ser
Que de impuro só foste corrompido pelos meus erros contigo
E volta pra mim.
Volta e volta porque eu me viro do avesso
E te amo inteiro. Por que preciso.
Sentir seu cheiro ao acordar, seu amor ao levantar
No matter, no matter;
Me ame e esqueça.
Desce do pedestal que te não te deixa voar
Desaba-te do orgulho que impede de me amar
Se quiser, ande.
Espero mais. Não como menina
Mas como a mulher que conheceste
Ande, espero até os 90, já disse.
Quero acordar todos os dias e respirar teu ar
Sentir eternamente teu calor com o meu
Egoísta? Não te quero só pra mim.
Quero você inteiro de desejo.
Sabe que frases soltas fazem efeito
Viram em vão um tal de poema
E não tenho medo de dizê-las
Eu te amo e você marcou a minha vida
Para de bobeira e de achar que não é você
Por que você bem sabe que é.
Não ligo se acha que é bobagem.
Já disse que espero.
Não ligo se acha que é precipitado
Eu definitivamente, não me importo.
Ande. Vá, prove.
Não me importo e já disse que espero.
Na minha mão tem rastros seus
De casamento e não-casamento
De vida plena e infelicidade
Mas vá que te espero até ver tudo isso
Versos, versos e versos.
Sabe? Te amo.
E vá;
Te espero, já disse.
Pensamentos, poesias, giros, vontades, saudades, sucessos, dramas e fracassos. Tudo isso num lugar só. Só meu.
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segunda-feira, março 01, 2010
terça-feira, julho 29, 2008
me quedo assim.
Te esquecer é impossível
Sofrer então: inevitável
Mas você assim, impassível
Torna tudo insuportável
Tua indiferença machuca
Teu descaso violenta
Tua arrogância perturba
E teu orgulho se alimenta
Que me lembro não eras assim
Tua presença me acalmava
Eras tão meu, todinho pra mim
Parecia até que me amava
Mas enfim, chegou o fim
Hoje me quedo assim, brava.
Dani
Sofrer então: inevitável
Mas você assim, impassível
Torna tudo insuportável
Tua indiferença machuca
Teu descaso violenta
Tua arrogância perturba
E teu orgulho se alimenta
Que me lembro não eras assim
Tua presença me acalmava
Eras tão meu, todinho pra mim
Parecia até que me amava
Mas enfim, chegou o fim
Hoje me quedo assim, brava.
Dani
sexta-feira, maio 18, 2007
Ismália

Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...
E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...
E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...
Alphonsus de Guimaraens
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